O que aconteceu em Los Angeles na noite de 25 de fevereiro de 1942, em meio ao clima da Segunda Guerra Mundial, os habitantes de Los Angeles ficaram em estado de estresse quando o alarme aéreo e o som de um sireno soaram no meio da noite no céu da cidade, tornando-se um sinal de fogo de balas de metralhadora e de canhão contra um avião que disparou contra algumas coisas. Até hoje ninguém sabe com certeza o que era o ambiente naquele momento. O ambiente estava cheio de tensão. O público olhou para o que via. Alguns disseram que viram uma imagem de um raio no céu, um silêncio da cidade após a guerra civil. Ainda não se sabe onde os soldados foram atingidos e quem foi atingido. Até hoje, ninguém sabe o que foi feito.Article illustration: O que aconteceu em Los Angeles?O fato de que este evento foi gravado intensamente na história como um dos mistérios militares que ainda não foram resolvidos, disparos de mais de 1.400 tiros em menos de uma hora, matando duas vidas em pânico, um ambiente de incerteza, tanto os tiros como os vozes, continuam sendo um evento de reflexão, o milagre, que ultrapassa os limites da ciência e do combate, a idéia que se segue a este evento é que, no maior conflito da humanidade, o poder do medo e da ignorância pode provocar eventos inesperados, no meio de uma luz de dúvida, o mundo ainda está cheio de maravilhas e maravilhas que todos os seres humanos jamais perderam: https://www.worldstories.com.br/www.worldstories-top-poll-my-pics-top-pics-top-pics-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-top-

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